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    CRESCIMENTO DE ATAQUES VIRTUAIS ACENDE ALERTA SOBRE SUICÍDIO

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sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Assédio Virtual e o suicídio



O artigo abaixo foi publicado no site 247 Saúde e é da autoria de Helena Martins.

CRESCIMENTO DE ATAQUES VIRTUAIS ACENDE ALERTA SOBRE SUICÍDIO

Apesar de ser um grave problema de saúde pública, com tendência de crescimento nos próximos anos, pois acompanha a expansão de doenças como a depressão, o suicídio ainda é um tabu no Brasil. Dificuldade de obter dados, preconceito e medo de estimular a prática ao falar sobre ela são fatores que dificultam a discussão e o desenvolvimento de políticas públicas, segundo estudos e especialistas consultados pela Agência Brasil.

Neste ano, o silêncio que ronda o tema foi quebrado com a divulgação do Baleia Azul, o jogo virtual que envolveria o estímulo às mutilações corporais de jovens e até ao suicídio. O game virou tema de novela e mesmo de operação da Polícia Federal, que prendeu acusados de aliciar crianças e adolescentes por meio do Baleia Azul.

O fato trouxe à tona uma realidade comum: a ocorrência do assédio virtual, também chamado de cyberbullying. O debate sobre o delicado tema é estimulado este mês, no âmbito do Setembro Amarelo, para sensibilizar a sociedade para a prevenção ao suicídio.

Além do jogo, casos como o do jovem americano Tyler Clementi, de 18 anos, que se suicidou após ter fotos íntimas divulgadas pelo colega de dormitório, e da britânica Hannah Smith, de 14 anos, que se matou após receber ofensas na rede, têm chamado a atenção de pesquisadores e instituições públicas.

Segundo o integrante do Grupo de Estudo e Pesquisa em Suicídio e Prevenção (GEPeSP), Pablo Nunes, não há estudos confiáveis que comprovem a ligação direta entre crescimento do número de suicídios e ataques nas redes sociais. No entanto, indícios dessa relação pedem atenção ao ambiente online.

“O fato é que a popularização da internet tem propiciado a circulação de informações sobre métodos de se suicidar e a proliferação de grupos de pessoas em sofrimento. Nesses grupos, os participantes discutem meios, lugares e 'encorajam' uns aos outros. No caso da automutilação, são centenas as páginas e grupos dedicados. Em muitas escolas o fenômeno já virou problema sério”, explica Pablo Nunes.

Além disso, o pesquisador destaca que o anonimato faz das mídias sociais um ambiente favorável para ataques.

Segundo o Safernet, organização não governamental (ONG) que recebe denúncias sobre crimes que ocorrem na internet, em 2016, 39,4 mil páginas da internet foram denunciadas por violações de direitos humanos, que incluem conteúdos racistas, de incitação à violência, que contém pornografia infantil, etc.

A ONG, que também oferece apoio às vítimas de crimes que ocorrem na internet, registrou no ano passado 312 pedidos de orientação e auxílio relacionados à intimidação ou discriminação na rede. A mesma quantidade de solicitações de apoio às vítimas do vazamento de fotos e vídeos íntimos, prática conhecida como sexting, foi registrada. Foi a primeira vez que o cyberbullying ocupou o primeiro lugar no ranking dos motivos que levaram a pedidos de ajuda. Já 128 casos relataram sofrimento devido a conteúdos de ódio e violência. 

Ataques virtuais

A consultora em políticas LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) e Direitos Humanos Evelyn Silva, de 43 anos, foi diagnosticada com depressão severa há mais de dez anos. Desde julho, a situação piorou depois que sofreu uma série de ataques na rede. Colunista de um site feminista, ela escreveu um texto sobre problemas recorrentes em relações entre lésbicas e bissexuais. A repercussão do texto veio junto a diversas mensagens violentas.

“O tema é polêmico, mas foi muito mais do que isso. Eu recebi mensagens de violência muito complicadas, de pessoas que eu não conheço, a maior parte da mensagem tinha cunho lesbofóbico. Chegaram a ameaçar a revista porque ela estaria dando guarida para uma 'bifóbica'”, relata a militante de direitos LGBT, que já havia sofrido ameaças de morte e “estupro corretivo” nas redes vindas dos chamados haters, pessoas que postam comentários de ódio na internet.

“É ódio puro. As pessoas não têm a menor ideia de quem você é, mas elas estão ali colocando para fora uma opinião que elas nunca expressariam pessoalmente”.

Muitas mensagens evidenciavam que as pessoas não haviam lido o texto, pois faziam referência a temas não abordados nele. Evelyn também foi alvo de uma série de pedidos de bloqueio no Facebook, que acabou suspendendo sua conta por 24 horas e, depois, por 72 horas. Apesar de ter buscado explicar a situação à empresa, não obteve nenhuma resposta.
Depois dos ataques, Evelyn decidiu se afastar das redes sociais, o que não impediu, entretanto, que ela enfrentasse crises de transtorno de ansiedade e pânico, o que dificultaram atividades básicas como trabalhar e sair de casa. “Bati no fundo do poço”, afirma. 

Monitoramento dos parentes

Evelyn revela que outros problemas ajudaram a reforçar o quadro de doenças e que ela chegou a pensar em cometer suicídio. Para evitá-lo, ela passa por um tratamento com monitoramento, uma técnica que envolve a presença constante e acolhedora de uma rede de amigos e parentes.

A consultora acredita que falar e expor a situação é importante para quebrar o tabu sobre o tema. A opinião é compartilhada por Pablo Nunes. “Preferir manter o suicídio no desconhecimento auxilia na manutenção do tabu, sendo mais difícil traçar ações de prevenção e sensibilização”.

O pesquisador explica que uma cobertura responsável da mídia, em vez de produzir o temido efeito de contágio, é considerada importante pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que oferece manuais e treinamento para jornalistas sobre como reportar casos.

Ao falar sobre suicídio, é preciso que também sejam apontados mecanismos de prevenção.

No ambiente da rede, isso começa com a adoção de mecanismos de proteção, como uso de aplicativos seguros para compartilhamento de fotos íntimas para pessoas conhecidas; cuidados com senhas; denúncias de agressores; busca de delegacias especializadas, quando necessário, e, principalmente, informação.

“Um adolescente que sabe como funciona determinado aplicativo, que entende as questões relacionadas ao anonimato e enxergue os potenciais prejuízos de um vazamento de informações pessoais possa ter, será um indivíduo que certamente prevenirá que situações como essas aconteçam”, defende o pesquisador.

O Artigo original poderá ser acessado por meio do link abaixo:

https://www.brasil247.com/pt/saude247/saude247/316716/Crescimento-de-ataques-virtuais-acende-alerta-sobre-suic%C3%ADdio.htm


quinta-feira, 27 de julho de 2017

Não desafie sua natureza humana

Resista ao diabo e ele fugirá. Mas corra, fuja de impulsos de sua natureza humana Somos impulsionados todos os dias,...




Resista ao diabo e ele fugirá. Mas corra, fuja de impulsos de sua natureza humana
Somos impulsionados todos os dias, por nossa natureza humana, a cometer coisas que, muitas vezes, não queremos realizar, mas quando notamos já fizemos, já praticamos. Não tem como lutar sozinho contra a nossa natureza adâmica, as vezes é preciso fugir, correr, passar de largo desses impulsos do velho Adão, pois conhecendo bem nossa estrutura será fatal desafiar a nossa natureza e confiar em nossa “carne”. Maldito o homem que confia no homem. Jeremias 17:5
. “O coração é enganoso e incurável, mais que todas as coisas; quem pode conhecê-lo?” Jeremias 17.9
Somos desafiados a resistir ao diabo, mas não a nossa natureza humana e pecaminosa.
A bíblia nos aconselha a resistir o diabo, certamente ele fugirá de nós, mas quando o assunto parte para a natureza humana o conselho é correr de seus impulsos e obras. O sangue do velho Adão ainda corre todos os dias em nossas veias. Por mais santo que você seja, por mais espiritual que você se encontre, a tua natureza te empurra para o pecado a cada segundo. O Apóstolo Paulo chega a dizer que se esbofeteia todos os dias, claro que ele está parafraseando quando diz isso, mas é como se falasse minha natureza precisa apanhar todos os dias.
Paulo denomina-se como miserável pecador, ou seja, ele sabe que não adianta resistir, lutar contra sua natureza pecaminosa. Romanos 7:24.  Para não fazer o que eu não quero o melhor é fugir, desviar, desvincular de algo que não consigo me controlar. A coisa é tão séria que quando percebemos já fizemos e porque fazemos?  Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço.  Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Romanos 7:19-20.
Claro que quem habitava no Apóstolo Paulo era o Espirito Santo, mas quando o Apostolo Paulo diz: o pecado que habita em mim ele se refere a sua natureza humana e pecaminosa que o impulsionava a todo instante a fazer algo contrário ao seu homem interior [espiritual] 1 Coríntios 9: 27
“José conhecia muito bem sua estrutura, sua natureza; por isso apressou-se em fugir da mulher de Potifar”.
Algumas pessoas já me perguntaram: Porque José não resistiu a mulher de Potifar? Ele não foi fiel a DEUS por onde passou? Mesmo em várias situações de sua trajetória “não continuou sendo fiel a DEUS”? Embora o texto seja curto e objetivo e nem entre em detalhes se José tinha ou não, pontos fracos, uma coisa eu sei: podemos aprender muito com essa atitude de José.
Alguns teólogos veem essa fugida de José como sendo um livramento e que o próprio José talvez tenha percebido, identificado a armadilha ou quem sabe a aparência do mal. Muitos homens, quem sabe vulneráveis a esta área do sexo, se ficassem ali, com certeza cairiam na armadilha do adultério com a mulher de Potifar. Gênesis 39
“Reconheça sua fragilidade e identifique a isca que te deixa vulnerável, sujeito a cair na armadilha do diabo”
Não confie jamais em sua natureza humana, você não é “tão forte espiritual como imagina ser”, muitas vezes é preciso identificar onde está a armadilha, a pegadinha ou o laço.
Embora Deus nos livre do laço do passarinheiro [Salmo 91:3] o livramento se dá muitas vezes por um escape, não espere que DEUS envie um anjo para impedir que você cometa algum impulso carnal. Não vem anjo algum, o que aparece pra você é um “escape” uma fuga. Tendo conhecimento de tal laço é melhor não tentar a DEUS. Lucas 4:12
Quem sabe alguém diga: Não tem problema é só um gole; não tem problema só vou ficar olhando; não tem problema é só um click; não tem problema é só uma cheirada. A melhor opção é escapar fugir; corra, mesmo que isso lhe custe algo, pois a melhor opção, conhecendo seu ponto vulnerável, é fugir.
Com certeza Deus te dará o escape no momento certo.
 Muitas pessoas coloca a culpa em Deus por passar por alguma tentação, muitos dizem: Deus permitiu para me fortalecer nesta área. Veja o que Tiago diz a respeito:
Quando alguém for tentado, jamais deverá dizer: “Estou sendo tentado por Deus”, Pois Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta. Cada um, porém, é tentado pela própria cobiça, sendo por esta arrastado e seduzido. Tiago 1:13-14.  A cobiça é a causa da queda, tudo isso vem de nossa natureza, mas podemos rejeitá-la, podemos fugir, pois se ficarmos, com certeza, seremos seduzidos. É melhor não mexer em algo que minha natureza não suportará.
Não veio sobre vós [provação], senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará [provar] acima do que podeis, antes com a [provação] dará também “o escape”, para que a possais suportar. O escape é correr, fugir, livrar-se da armadilha. 1 Coríntios 10:13
Portanto, sujeitai-vos a Deus. Resisti ao Diabo, e ele fugirá de vós! Tiago 4:7
Você é aconselhado a resistir Satanás, e ele fugirá de você, mas jamais resista sua natureza, jamais confie em você mesmo. Jeremias 17:5 “Maldito o homem que confia no homem”
Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço.
E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço.
Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros. Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte? Romanos 7:15-24
#FicaADica:  Não Confie em você, Não resista a sua Natureza, Fuja do laço!
Pb Josiel Dias
Fonte: https://artigos.gospelprime.com.br/nao-desafie-natureza-humana/